Os zoológicos e sua importância



Os seres humanos criam animais em cativeiro há, pelo menos, 25.000 anos. A primeira coleção de animais foi, provavelmente, feita pelos egípcios há mais de 4.000 anos. Há 3.000 anos foi fundado, na China, um enorme zoológico chamado de Jardins da Inteligência.
           Os primeiros zoológicos eram coleções particulares, geralmente de reis. O zoológico de Paris, depois da revolução francesa, foi aberto ao público. No passado os animais eram treinados para se exibirem ao público, mas isso raramente acontece nos dias atuais.

Breve histórico dos zoológicos:

A história do surgimento dos zoológicos é marcada por diferentes atitudes humanas em relação aos animais e também pelos papéis que essas instituições exerceram na sociedade e na cultura ao longo da História do Mundo.
            De acordo com os registros históricos os hábitos de colecionar animais em cativeiro vêm desde a Antiguidade. Entre os imperadores chineses, astecas e faraós egípcios, esse costume permaneceu, principalmente, entre as famílias nobres do mundo todo, até o século XVIII, quando foram fundados os primeiros zoológicos na Europa: Viena em 1752, Paris em 1793 e Londres em 1826. O grande interesse por conhecer os animais exóticos e a pouca possibilidade que as pessoas do meio urbano têm de ver esses animais na natureza, resultaram num aumento de zoológicos existentes pelo mundo.
Os primeiros zoológicos pouco mais eram do que espetáculos de aberrações: algumas chegavam a incluir aberrações humanas nas jaulas junto com animais selvagens. O maior zoológico conhecido foi descoberto por exploradores espanhóis quando encontraram pela primeira vez o antigo império americano dos astecas do soberano Montezuma, fanático por animais, que mantinha urna magnífica coleção de aves de rapina e felinos.
            Primeiramente os zoológicos tiveram a função de realçar o poder dos líderes e, na seqüência, proporcionar ao povo o acesso à diversão oferecida pelos animais em exposição.
            De modo geral, os animais selvagens sempre foram muito importantes na vida dos homens, exercendo diferentes funções ao longo dos tempos. Eles já foram, e em algumas culturas continuam sendo, cultuados como deuses e divindades, relacionados ao entretenimento e à diversão, cobiçados por sua carne, pele e outros produtos de caçadas. Atualmente o interesse nos animais selvagens é científico e está intimamente relacionado à pesquisa, à preservação da vida e dos recursos naturais.
            Inicialmente as coleções eram agrupamentos de animais exóticos, acomodados em jaulas pequenas e desconfortáveis. À medida que o tempo passou, os zoológicos foram evoluindo e ficando cada vez mais organizados. Através da pesquisa de campo e de observação dos animais em cativeiro, percebeu-se que havia necessidade de reproduzir o habitat natural proporcionando um abrigo adequado para que pudesse ocorrer à reprodução, bem como possibilitar o estudo de aspectos de comportamento.
Evolução dos zoológicos:
Século XIX
Função: coleções de animais
Classificação: gabinete vivo de historia natural
Tema: Taxonômico
Assunto: Diversidade das espécies e Adaptações para a vida
Interesse: Cuidados e propagação das espécies
Exibição: Jaulas.

Século XX
Função: parque zoológico
Classificação: museu vivo
Tema: Ecológico
Assunto: Habitat dos animais e Biologia do comportamento
Interesse: Manejo cooperativo das espécies e desenvolvimento profissional
Exibição: Dioramas, recintos que tentam reproduzir o habitat do animal (ilusão).

Século XXI
Função: centro de conservação
Classificação: centro de recursos ambientais
Tema: Ambiental
Assunto: Ecossistema e sobrevivência da espécie
Interesse: Conservação holística e Redes conservacionistas
Exibição: Imersão, recintos onde há uma interação do animal com o público (vidros, visitação interna, fotografias, passeios).

Os zoológicos atuais:

Os zoológicos atuais possuem vários objetivos, dentre os quais estão a pesquisa, a preservação e a educação, sendo que a diversão é o menos relevante. Assim, os zoológicos têm o papel de proteger os animais, não de explorá-los.

Porque manter animais em cativeiro?

·         É, para a maioria das pessoas, uma rara oportunidade de conhecer algumas espécies animais;
·         Servem como ferramenta para estudos didáticos e científicos;
·         Há espécies que só existem atualmente graças aos zoológicos;
·      Ressaltam a importância da preservação e conservação dos recursos naturais, sendo importante ferramenta para a educação ambiental.
            Os animais que se encontram em cativeiro têm uma grande importância frente à conservação de sua espécie. Alguns indivíduos selecionados são fundamentais para o trabalho de Educação Ambiental, interagindo com o público e mostrando a importância de cada espécie no equilíbrio ecológico.

Os aquários públicos (que são zoológicos) também ressaltam a importância da convivência harmônica e equilibrada dos mares, rios e lagos e de seus recursos naturais, tornando-se assim, além de uma opção de lazer, uma peça importante e contínua na conscientização da sociedade para a necessidade da preservação do ambiente.

Fonte: Sabina Wiki

Cientistas medem distância entre galáxias com precisão inédita

Cientistas mediram as distâncias entre galáxias no universo com precisão inédita, de 99%.
O levantamento, incrivelmente preciso, abrangendo 6 bilhões de anos-luz, é considerado fundamental para o mapeamento do cosmos e da origem da energia escura.
O novo cálculo foi feito pelo projeto Boss (Baryon Oscillation Spectroscopic Survey), usando o Telescópio da Fundação Sloan no Novo México, Estados Unidos.
Os resultados foram anunciados durante a 223ª reunião da Sociedade Americana de Astronomia, em Washington.
O principal pesquisador do projeto - o físico David Schlegel, do Laboratório Nacional Lawrence Berkeley - disse que não existem muitas coisas nas nossas vidas cotidianas que conhecemos com tal precisão.
"Hoje sei mais sobre o tamanho do Universo do que sei sobre o tamanho da minha casa", argumenta.
"Há 20 anos, astrônomos brigavam por causa de estimativas que diferiam em torno de 50%. Cinco anos atrás, o grau de incerteza foi reduzido a 5% e, um ano atrás, ele era 2%. Precisão com margem (de incerteza) de 1% vai ser o novo parâmetro durante muito tempo."

Distâncias intergalácticas

A equipe do Boss usou oscilações acústicas dos bárions (BAOs, na sigla em inglês) como "a régua-padrão" para medir distâncias intergalácticas.
BAOs são as impressões "congeladas" criadas pela ondas de pressão que se moveram logo no início do Universo - e que influem na distribuição das galáxias que vemos hoje.
"A natureza nos deu uma linda régua", disse Ashley Ross, astrônomo da Universidade de Portsmouth, na Inglaterra. "E essa régua tem meio bilhão de anos-luz de comprimento, então podemos usá-la para medir distâncias com precisão, mesmo que desde muito longe."
Determinar distâncias é um dos grandes desafios da astronomia: "Uma vez que você sabe quão longe (algo) está, aprender todas as outras coisas a respeito disso torna-se, repentinamente, muito mais fácil", disse Daniel Eisenstein, diretor do Sloan Digital Sky Survey III.

Plano

As distâncias disponibilizadas pelo Boss vão ajudar a calibrar propriedades cosmológicas fundamentais - por exemplo, como a "energia escura" acelera a expansão do universo.
Os resultados mais recentes indicam que a energia escura é uma constante cosmológica cuja força não varia no espaço ou tempo.
O projeto também traz uma estimativa excelente da curvatura do espaço.
"A resposta é, (o espaço) não é muito curvado. O Universo é extraordinariamente plano", disse Schlegel.
"E isso tem implicações sobre a questão da infinitude do Universo. Embora não possamos dizer com certeza, é provável que o Universo se estenda para sempre no espaço e continue para sempre no tempo. Nossos resultados são consistentes com (a hipótese) de um Universo infinito."
Quando o projeto Boss tiver sido completado, o levantamento terá reunido espectros de alta qualidade de 1,3 milhão de galáxias, 160 mil quasares (misteriosos corpos celestes encontrados nos confins do Universo que emitem quantidades imensas de radiação) e milhares de outros objetos astronômicos.
Uma análise dos dados atuais - 90% do total - foi publicada no server Arxiv. Os resultados finais deverão ser divulgados em junho.
Fonte: BBC

Cérebros humano e canino têm a mesma reação a vozes, sugere estudo

Donos de cachorros costumam afirmar que seus animais de estimação conseguem entendê-los. Um novo estudo publicado no periódico Current Biology sugere que essas pessoas podem estar certas.
Ao colocar cães em um equipamento de ressonância magnética, pesquisadores húngaros descobriram que o cérebro desses animais reage da mesma forma que um cérebro humano a vozes de pessoas.
Outros sons carregados de emoção, como choro ou risadas, também geraram reações parecidas, o que talvez explica o fato de cachorros conseguirem se sintonizar às emoções de seus donos, afirmam os pesquisadores.
"Acreditamos que cães e humanos têm um mecanismo bastante similar para processar informações emocionais", disse Attila Andics, da Universidade Eotvos Lorand e coordenador do estudo.

Sintonia

A pesquisa envolveu onze cães de estimação e comparou seus resultados aos de 22 voluntários humanos.
Para ambos os grupos, os cientistas tocaram 200 tipos diferentes sons, desde ruídos comuns, como o barulho de carros e de apitos, a sons emitidos por humanos (sem palavras) e por cães.
Os pesquisadores descobriram que uma região semelhante do cérebro – o polo temporal, que faz parte do lobo temporal – é ativada quando cães e pessoas ouvem vozes humanas.
"Já sabíamos que certas áreas no cérebro humano respondem mais fortemente a sons humanos do que a qualquer outro tipo de som", explicou Andics. "É uma grande surpresa isso ocorrer também no cérebro canino. É a primeira vez que vemos algo assim em um animal que não seja um primata."
O mesmo aconteceu quando sons como risadas e choros foram ouvidos. Uma área do cérebro conhecida como córtex auditivo primário foi ativada tanto em cachorros quanto em humanos.
Ao mesmo tempo, vocalizações caninas carregadas de emoção – como ganidos e latidos ferozes – também geraram uma reação parecida em todos os voluntários.
"Sabemos muito bem que cachorros conseguem se sintonizar ao sentimento de seus donos, e sabemos que um bom dono consegue identificar mudanças emocionais em seu cão – mas agora podemos começar a entender como isso é possível", afirmou Andics.
No entanto, apesar dos cachorros reagirem à voz humana, suas reações foram bem mais fortes em relação aos sons caninos.
Os cães também parecem ser menos capazes de distinguir entre ruídos e sons vocais em comparação com humanos.

Palavras

Ao comentar sobre a pesquisa, Sophie Scott, do Instituto de Neurociência Cognitiva da Universidade College London, disse: "Os cães são animais muito interessantes de se investigar porque muitos de seus traços desses os tornam dóceis em relação aos humanos. Alguns estudos mostram que eles entendem muitas palavras e o que queremos dizer quando apontamos para alguma coisa".
Mas Scott acrescenta: "É algo bastante relevante encontrar isso em cães e não só em primatas, mas seria interessante também ver a reação desses animais a palavras. Risos e choros são parecidos com sons animais e por isso podem gerar esse tipo de reação.
"Um avanço seria demonstrar sensibilidade dos cães a palavras no idioma de seus donos."
Segundo Andics, este será o foco da próxima série de testes da pesquisa.

Fonte: BBC

Reservas naturais itinerantes podem salvar espécies marinhas de extinção, diz estudo

Cientistas americanos afirmam que as áreas de preservação dos oceanos, onde caça e pesca não são permitidas, precisam ser móveis para proteger as espécies marinhas.

A ideia de que apenas áreas fixas de preservação no oceano podem ser criadas está ultrapassada e não reflete o comportamento dinâmico de algumas criaturas marinhas, segundo os cientistas da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos.
"Menos de 1% do oceano está protegido atualmente e estes parques marinhos tendem a ser determinados ao redor de objetos que ficam parados, como recifes de coral ou montanhas marinhas", disse o professor Larry Crowder, diretor científico do Centro para Soluções Oceânicas da Universidade de Stanford.
"Mas, estudos com rastreamento mostraram que muitos organismos, peixes, mamíferos marinhos, tartarugas marinhas, aves marinhas e tubarões, respondem a traços oceanográficos que não têm um ponto fixo", acrescentou.
"Estes são caminhos e correntes que se movem com as estações, do verão ao inverno, de ano a ano, baseados em mudanças climáticas oceanográficas como o El Niño."
Crowder e outros cientistas marinhos afirmam que o desafio agora é tentar determinar um sistema de reservas marinhas que seja tão dinâmico como as criaturas que se tenta proteger.
Luta para conservação
Pesquisas mostraram como as espécies marinhas respondem a correntes e caminhos nas águas e como as criaturas seguem os nutrientes e as redes alimentares que são levadas por estes eventos pelo oceano. Estes eventos do oceano são móveis, mudam de posição.
E, para Crowder, as reservas marinhas do futuro precisam refletir estas características.
A implementação de áreas marinhas protegidas tem sido uma luta para os conservacionistas e muitos dos envolvidos poderão hesitar diante da ideia de termos reservas definidas por outros fatores que não sejam coordenados em mapas marinhos.
Mas, Crowder afirma que esta nova proposta é realista.
"Além de saber onde os animais estão indo e como eles respondem às características oceânicas, também sabemos muito mais sobre onde os pescadores estão. Os pescadores têm um GPS muito preciso. Então não acho que está fora das possibilidades fazer com que os pescadores obedeçam à fronteira de uma reserva móvel", afirmou.
Sensores múltiplos

A nova proposta foi apresentada pelos cientistas americanos na reunião anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência, em Vancouver, Canadá.

Segundo os cientistas, o enorme volume de dados levantados com o rastreamento de criaturas marinhas levou à conclusão de que as reservas marinhas precisam ser itinerantes.
Os dispositivos colocados nos animais estão cada vez mais sofisticados e podem ser colocados em muitas espécies.
Além disso, muitas das inovações que melhoraram o desempenho e as funções de telefones celulares estão sendo incorporados aos últimos modelos de dispositivos de rastreamento.
Estes dispositivos não registram apenas os locais onde os animais vão, mas também fornecem dados sobre o estado dos oceanos.
"Agora podemos colocar sensores múltiplos em um único dispositivo e quando você pode melhorar (o desempenho) da bateria com algo como um painel de energia solar, você consegue esta oportunidade incrível de ver o que um animal está fazendo em dimensões múltiplas e por longos períodos de tempo", afirmou a pesquisadora do US Geological Survey, Kristin Hart, que mostrou na reunião alguns dos menores dispositivos de rastreamento usados.
"O tamanho é importante, particularmente quando você quer responder questões a respeito de (animais) jovens ou indivíduos que se movem muito rapidamente como o atum - você não quer sobrecarregar o animal com algo grande e desajeitado, ou você vai afetar o comportamento dele", acrescentou.

Fonte: BBC

Em estudo, vacina contra dengue reduz em 56% o número de casos


Uma vacina contra dengue desenvolvida pela Sanofi Pasteur conseguiu reduzir em 56% o número de casos da doença em testes. Participaram do estudo 10.278 voluntários da Ásia. É a primeira vez que uma vacina experimental contra dengue atinge resultado semelhante em um estudo na chamada fase 3, ou seja, que envolve um número grande de pessoas e é a última antes de ser submetida para aprovação para comercialização.
Do total de voluntários, dois terços receberam a vacina e um terço recebeu placebo (dose sem o princípio ativo, para efeito de comparação). Entre os que receberam a vacina, o número de infecções por dengue foi 56% menor do que entre os que receberam placebo.
A Sanofi Pasteur também desenvolve atualmente um segundo estudo de fase 3 para avaliar a eficácia do mesmo produto em voluntários da América Latina. Somente no Brasil, 3.550 pessoas foram vacinadas. Os resultados dessa segunda iniciativa devem ser divulgados até o final do ano, segundo a empresa.
De acordo com Sheila Homsani, gerente do departamento médico da Sanofi Pasteur, a farmacêutica pretende aguardar os resultados obtidos na América Latina para consolidar os dados dos dois estudos clínicos, registrar o produto e submetê-lo às agências regulatórias dos diferentes países.
Sheila observa que esta é a primeira vacina contra dengue a concluir estudos de fase 3 e que, por isso, não é possível comparar a eficácia dela com a de outros produtos. “Essa eficácia é mais do que a Organização Mundial da Saúde (OMS) estimava, já que ela espera reduzir a mortalidade por dengue em 50% até 2020”, diz Sheila. Por isso, a contribuição da vacina seria considerada “expressiva”, de acordo com a gerente.
Para o infectologista Alexandre Naime Barbosa, professor da Faculdade de Medicina de Botucatu (Unesp), caso o resultado seja validado, ele pode ser considerado expressivo. “No Brasil, tivemos 1,5 milhão de casos de dengue só no ano passado. É uma doença que afeta muita gente e tem um índice de mortalidade que chega a 1%. Por isso, uma redução de mais de 50% de casos é relevante.”
Ele observa que a adequação científica do estudo só poderá ser verificada quando os resultados forem publicados em uma revista científica. Até o momento, os dados divulgados pela empresa ainda são escassos. Não há, por exemplo, um detalhamento sobre qual foi o grau de proteção em relação a cada um dos quatro subtipos da dengue.
Barbosa lembra que, em um estudo anterior da Sanofi Pasteur, a mesma vacina, testada em 4 mil crianças, teve uma eficácia de apenas 30%. O estudo de fase 2 foi concluído em 2012 e publicado na revista “The Lancet”. Na época, os resultados foram recebidos com grande decepção, já que se esperava uma eficácia de até 70%.
Atualmente, existem diversas iniciativas de pesquisas para o desenvolvimento da vacina contra a dengue em todo o mundo, inclusive de instituições nacionais, como o Instituto Butantan e a Fundação Oswaldo Cruz. Mas nenhuma delas chegou à fase 3 de testes.
Fonte: G1

Turbinas eólicas podem diminuir a velocidade de furacões


As turbinas eólicas já são conhecidas na produção de energia limpa. Agora, há um novo ponto positivo para adicionar à lista: elas ajudam a diminuir a velocidade de furacões. É o que defendem pesquisadores das universidades de Stanford e Delaware.Durante uma reunião da Associação Americana para o Avanço da Ciência nesta quarta-feira, 26, o professor Mark Jacobson apresentou o benefício inesperado — os aerogeradores influenciam na forma como os ventos se propagam. O estudo se baseou em três furacões diferentes: Isaac, Katrina e Sandy.Eles foram considerados, de acordo com o Ars Technica, em um cenário com um campo enorme de turbinas eólicas. E a velocidade do vento chegou a diminuir até 90 quilômetros por hora. Os ventos caíram antes mesmo de alcançar as turbinas, o que significa que, em muitos casos, elas poderiam continuar a geração de energia com segurança ao longo da tempestade.No caso do Sandy, o vento provocou pouco dano direto quando inserido na análise, que usou uma tecnologia que pode estimar as interações 3D entre os ventos. "Os próprios furacões foram enfraquecidos, os ventos foram mais fracos, a pressão foi maior com turbinas do que sem", diz Cristina Archer, coautora do estudo, ementrevista ao Mashable.Segundo o site, o estudo surge em uma época na qual os custos com danos causados por desastres naturais só aumentam devido ao desenvolvimento das cidades. O Sandy gerou sozinho pelo menos US$ 80 bilhões em prejuízos. Ao reduzir a velocidade do vento, a altura das ondas também diminui. Isso altera ligeiramente o caminho do ar (em vez de se mover para dentro, em direção ao olho, move-se em torno dele), aumentando a pressão do ar no núcleo da tempestade. Em geral, quanto menor for a pressão, mais forte é a tempestade. "Não é como se estivéssemos tentando enfraquecer o furacão, temos isso como um benefício secundário", explica Cristina. Mark Jacobson completa: "é realmente uma questão social, econômica e política".
Fonte: Galileu

Como as mudanças climáticas vão afetar o mundo

Tem dúvidas de como podem ser as mudanças climáticas devido as nossas próprias ações no planeta? A ONU fez um relatório e é possível conferir o infográfico neste site: http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Meio-Ambiente/noticia/2014/04/como-mudancas-climaticas-vao-afetar-o-mundo.html

Vale a pena dar uma conferida!!!