Movimento SWU

"O SWU (Starts With You - Começa Com Você) tem o intuito de mobilizar o maior número possível de pessoas mostrando que, por meio de pequenas ações, com simples atitudes individuais do seu dia a dia, é possível ajudar a construir um mundo melhor para se viver.

Não poder resolver os grandes problemas do noticiário não significa que você está de mãos atadas. A primeira coisa que você pode fazer para salvar o planeta é fazer alguma coisa. Simples assim. Mude hábitos, mostre que é possível e, desta forma, contagie aquele que está aí, do seu lado. Começa com você!"


By Chris: Ótima iniciativa a deles... só espero que realmente consiga-se mobilizar as pessoas, o que hoje em dia é algo muito difícil! Espero que as pessoas não vão no SWU Music and Arts Festival, apenas para apreciar artistas, mas também pensando na consciência de tentarmos amenizar todo o sofrimento que já causamos para o nosso planeta! “Pequenas atitudes geram grandes mudanças. Eu comecei."

Homenagem Dia do Biólogo


Continuação...

Perda de biodiversidade já ameaça economia, diz ONU

A destruição de ecossistemas da Terra deve começar a afetar economias de vários países nos próximos anos, de acordo com um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU), divulgado nesta segunda-feira.

O Terceiro Panorama Global de Biodiversidade (Global Biodiversity Outlook ou GBO-3, na sigla em inglês) afirma que vários ecossistemas podem estar próximos de sofrer mudanças irreversíveis, tornando-se cada vez menos úteis à humanidade.

Entre estas mudanças, segundo o relatório da ONU estariam o desaparecimento rápido de florestas, a proliferação de algas em rios e a morte generalizada de corais.

Até o momento, a ONU calculou que a perda anual de florestas custa entre US$ 2 trilhões e US$ 5 trilhões, um número muito maior que os prejuízos causados pela recente crise econômica mundial.

O cálculo foi feito com base nos valores estipulados em um projeto chamado Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade (EEB) para serviços prestados pela natureza, como a purificação da água e do ar, a proteção de regiões litorâneas de tempestades e a manutenção da natureza para o ecoturismo.

"Muitas economias continuam cegas ao enorme valor da diversidade de animais, plantas e outras formas de vida e ao seu papel no funcionamento de ecossistemas saudáveis", disse o diretor-executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), Achim Steiner.

"A humanidade criou a ilusão de que, de alguma forma, é possível se virar sem biodiversidade, ou de que isso é periférico no mundo contemporâneo", disse ele.

"Na verdade, precisamos dela mais do que nunca em um planeta com seis bilhões de pessoas indo a nove bilhões em 2050."

Segundo a ONU, quanto maior for a degradação dos ecossistemas, maior será o risco de que elas percam grande parte de sua utilidade prática para o homem.

Exemplo brasileiro

A Amazônia é citada como um dos ecossistemas ameaçados de atingir o chamado "ponto sem volta", mesmo com a recente diminuição nas taxas de desmatamento e com o plano de redução do desmatamento, que prevê a redução de 80% até 2020 em relação à média registrada entre 96 e 2005.

O relatório da ONU cita um estudo coordenado pelo Banco Mundial que afirma que se a Amazônia perder 20% de sua cobertura original, em 2025, certas partes da floresta entrariam em um ciclo de desaparecimento agravado por problemas como mudanças climáticas, queimadas e incêndios.

O relatório ressalta que o plano brasileiro deixaria o desmatamento acumulado muito próximo de 20% da cobertura original.

No entanto, o Brasil também é citado como exemplo no que diz respeito à criação de áreas de proteção ambiental.

"Alguns poucos países tiveram uma contribuição desproporcional para a expansão da rede global de áreas protegidas (que, segundo o relatório cresceu 57%): dos 700 mil quilômetros quadrados transformados em áreas de proteção desde 2003, quase três quartos ficam no Brasil, em grande parte, resultado do Programa de Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa)."

Na Convenção sobre Diversidade Biológica (CBD, na sigla em inglês), no mês passado, cientistas afirmaram que os governos nacionais não conseguiriam respeitar as suas metas de redução da perda de biodiversidade até 2010.

"Não são boas notícias", disse o secretário-executivo da CBD, Ahmed Djoglaf.

"Continuamos a perder biodiversidade em um ritmo nunca visto antes na História. As taxas de extinção podem estar até mil vezes acima da taxa histórica."

Metas fracassadas

A ONU diz ainda que a variedade de vertebrados no planeta – uma categoria que abrange mamíferos, répteis, pássaros, anfíbios e peixes – caiu cerca de um terço entre 1970 e 2006.

A meta de redução de perda de biodiversidade foi acertada durante uma reunião em Johanesburgo, na África do Sul, em 2002. No entanto, já se sabia que seria difícil mantê-la.

A surpresa do relatório GBO-3 é que outras 21 metas subsidiárias tampouco serão cumpridas globalmente.

Entre elas, estão a redução da perda e degradação de habitats, a proteção de pelo menos 10% das regiões ecológicas do planeta, controle da disseminação de espécies invasivas e a prevenção de extinção de espécies devido ao comércio internacional.

Uma sinal claro do fracasso registrado no relatório é que nenhum dos países envolvidos conseguirá atingir todas as metas até o fim do ano.

Por BBC Brasil

Interessante caso da Rocha

Da natureza humana

"Somos todos os dias bombardeados por atos de crueldade e nos perguntamos: como o homem pode ser capaz de tanta perfídia? O exemplo vai do Rio de Janeiro, onde tive um amigo jornalista (Tim Lopes) que foi barbaramente torturado antes de ser morto, até a prisão de Abu Graib, no Iraque, onde rapazes e moças americanas, que sempre se comportaram como exemplo em suas pequenas comunidades provincianas, terminam se transformando em monstros.
Em 1971, professores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, criaram uma espécie de prisão simulada, nos porões da Faculdade de Psicologia. Escolheram, sem qualquer critério especial, 12 estudantes para guardas, e outros 12 como prisioneiros; todos vindos do mesmo meio social, classe média, educação rígida, valores morais dignos. Durante duas semanas, seria dado aos “carcereiros” o total poder sobre os “presos”.
A experiência teve de ser interrompida no final de uma semana – já que passados poucos dias, os “guardas” começaram a demonstrar um comportamento que ia se tornando cada vez mais sádico e anormal, sendo capazes de barbaridades nunca vistas. Até hoje, mais de 30 anos depois, os dois grupos ainda precisam de acompanhamento psicológico.
O idealizador da experiência em Stanford, Philip Zimbardo, conta ao jornal Herald Tribune:
- Não fiquei surpreso com as fotos da prisão iraquiana de Abu Graib. Não se trata de um grupo de maçãs podres colocadas em um cesto de frutas frescas, mas exatamente o oposto: gente de bons sentimentos, quando confrontadas com a possibilidade de poder absoluto, perdem qualquer noção de limite e deixa os instintos mais primitivos se manifestarem.
Outro interessante estudo foi realizado por Stanley Milgran para a Universidade de Yale. Um grupo de alunos foi selecionado para estudar “técnicas de punição”. Ficavam de um lado de um vidro com uma máquina de coques elétricos, enquanto do outro lado estava um estudante que deveria dar respostas certas a determinadas perguntas. Cada vez que errasse, o aluno devia administrar um choque, aumentando progressivamente a voltagem, mesmo sabendo que a partir de determinado ponto, podia matar o companheiro. A máquina de choques era falsa, e o “estudante” era um ator, mas os alunos não sabiam disso. Para surpresa geral, 65% dos “interrogados” chegaram ao que seria a dose mortal.
Enfim, quando estamos diante de situações que nos permitem um controle total e absoluto de outra pessoa, ninguém pode estar seguro que não ultrapassará o limite. Mas só quem já viveu este tipo de experiência (e eu infelizmente, me lembro de certas atitudes na juventude que me incluem neste grupo) sabe que à determinada altura, perdemos por completo o controle, e vamos além do bom senso.
Se esta é a natureza humana, o que devemos fazer? Uma certa história passada nos Pirineus – possivelmente uma lenda – conta que certo monge, de nome Savin, que vinha de recolher doações em ouro para a capela que pretendia construir, passou pela casa de um dos bandidos mais sanguinários da região. Como não tinha onde dormir pediu para pernoitar ali.
O bandido, surpreso com a coragem do monge resolveu testá-lo, perguntando:
- Você veio até aqui para me provocar. Deseja que eu o mate, roube seu dinheiro, para transformar em mártir. Se hoje entrasse aqui a mais bela prostituta que circula pela cidade, você conseguiria pensar que ela não era bela e sedutora?
- Não. Mas eu saberia me controlar.
- E se um monge entrasse com outro para construir uma capela, você conseguiria olhar este ouro como se fossem pedras?
- Não. Mas eu conseguiria me controlar.
Savin e o assassino tinham os mesmos instintos – o bem e o mal lutavam por eles, como lutam por todas as almas sobre a face da Terra. Quando o monge era igual a ele, também entendeu que era igual a Savin, e se converteu.
Temos o bem e o mal diante de nós, e é tudo uma questão de controle. Nada, além disso."
[Paulo Coelho]


By Chris: Em questão de cuidar do nosso planeta, este texto também pode nos ensinar... é da realidade humana perder o controle quando se tem total poder, no caso quando conseguimos dominar e destruir a natureza para o próprio bem, mas pensar que necessitamos dela para viver e preservá-la não seria uma questão de controle??? Fica a pergunta à todos!!

Dicas

Podem fazer uma grande diferença se todos seguíssemos!

1- Use produtos Biodegradáveis


2- Não desperdice energia


3- Use apenas a quantidade de água necessária


4- Use lâmpadas de baixo consumo


5- Tenha uma alimentação balanceada

Pense nisso